A Secretaria de Saúde de Pomerode - SC, finalizou os procedimentos para implantação do Programa Bata na Porta Certa. Como parte dos procedimentos no período de 12 a 14 de Dezembro, todos os profissionais de saúde participaram de workshop para debater e conhecer técnicas de humanização do atendimento. O Consultor Norival R Silva, da Gestão Saúde coordenou a Palestra que tratou dos assuntos vinculados a: Abertura de Porta, como cumprimentar, como abraçar, medidas pós atendimento, entre outras.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Soluções de consultoria nas áreas de pesquisa, gestão, treinamento e marketing da saúde
A Gestão Saúde é uma empresa de Consultoria com
atuação no mercado de prestação de serviços de consultoria nas áreas de
pesquisa, gestão, treinamento e marketing para sistemas de saúde.
Desde a sua fundação, no ano de 2000, inovação e
compromisso norteiam sua conduta no relacionamento com seus clientes. Especializamos-nos
em oferecer aos nossos clientes soluções inovadoras de Gestão do Sistema Único
de Saúde – SUS, no âmbito dos Municípios.
A alta especialização no processo de gestão e sua
ousadia na introdução de inovações que agregam valor político institucional
qualificam a Gestão Saúde para cooperar na formatação de Sistemas Locais de
Saúde com sustentabilidade política e valor agregado.
Pequeno, médio ou grande a Gestão Saúde, terá um
formato de relacionamento adequado às condições de cultura e tamanho de cada
município. Nosso portfólio de serviços
está priorizado nas áreas de PESQUISA
do grau de satisfação dos usuários, na ORGANIZAÇÃO
e MAPEAMENTO EPIDEMIOLÓGICO E GERENCIAL indispensável na busca da eficácia
de gestão, na CAPACITAÇÃO e TREINAMENTO da
estrutura de Recursos Humanos e na introdução de ESTRATÉGIAS de MARKETING DA SAÚDE que agreguem valor político institucional
no âmbito local.
Entender o que
o cliente necessita e produzir o que ele precisa!
Esta é a nossa
missão.
Venha participar da nossa Mesa Redonda com Clientes e
esclareça suas dúvidas sobre o SUS! – Faça uma consulta sem compromisso.
É só agendar!
Gestão Saúde
(47) 3028 9988 – (47) 3422 5305
Rua Mário Lobo, 61 – 11º Andar – Sala 1112 –
Centro – Joinville – SC.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
MS recebe R$ 530 mil do Ministério da Saúde para o SUS
O Ministério da Saúde está repassando R$ 28,5 milhões aos 26 estados e o Distrito Federal para financiar a qualificação da gestão no Sistema Único de Saúde (SUS). Dentro desse montante, MS recebe R$ 530.609,60.
A medida, publicada, no Diário Oficial da União, tem como objetivo incentivar a implementação de ações para a formalização do Contrato Organizativo de Ação Pública (COAP).
Com afunção de definir as responsabilidades dos entes federativos para com o SUS, o COAP serve de instrumento de planejamento, gestão compartilhada e controle social, garantindo mais segurança jurídica aos gestores.
Entre as ações específicas previstas na portaria estão à implantação e o fortalecimento das comissões Intergestores Bipartite (CIBs); das comissões Intergestores Regional (CIRs) e do Colegiado de Gestão da Saúde do Distrito Federal.
As CIBs são fóruns de negociação entre o estado e os municípios. Já as CIRs são instâncias de discussão e decisão que reúne secretarias estaduais e municipais de saúde.
Os recursos repassados pelo Ministério da Saúde também devem fortalecer o processo de Planejamento Regional Integrado e as ações de Ouvidoria, Auditoria e Gestão Participativa.
A aplicação da verba servirá para o desenvolvimento de ações de apoio e capacitação das novas gestões municipais e conselhos municipais de saúde; fortalecimento das Regiões de Saúde e implementação das respectivas Comissões Intergestores Regional.
Os recursos também terão como destino a capacitação dos ouvidores e auditores, avaliação de desempenho das Regiões de Saúde e respectivas CIRs e, ainda, fortalecimento das políticas de promoção da equidade, por meio da criação dos comitês técnicos.
As ações a serem desenvolvidas devem ser pactuadas na CIB e Colegiado do DF, com a correspondente aplicação do recurso. A especificação também deverá constar nas Programações Anuais de Saúde (PAS), em conformidade com os Planos de Saúde. Também devem ser incluídas no Relatório Anual de Gestão. O repasse será em parcela única, por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS).
PARTICIPASUS – É uma política nacional, aprovada em 2007, após um amplo processo de discussão que durou três anos. Trata-se de um conjunto de medidas que orienta as ações de governo na promoção e aperfeiçoamento da gestão democrática do SUS.Foi construída de forma coletiva, envolvendo gestores do SUS e o controle social, por meio do Conselho Nacional de Saúde.
A Política tem por fundamento as diretrizes e os princípios pressupostos da Reforma Sanitária: direito universal à saúde, como dever do Estado, universalidade, equidade, integralidade e participação social.
Fonte: Dourados News domingo, 9 de dezembro de 2012
Para Temporão, royalty só para educação destruirá o SU
dezembro 8, 2012 em BLOG por Equipe do Blog
Até o ano 2030, o Brasil terá mais velhos para cuidar e menos jovens para educar. É o que informa o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, diretor-executivo do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (Isags) e consultor da Fundação Getulio Vargas (FGV), ao prever a estagnação da saúde e a iniquidade do Sistema Único de Saúde (SUS) como consequências da concentração total dos recursos dos royalties do petróleo da camada do pré-sal na educação. Temporão defende o retorno da proposta original ainda do governo Lula, que incluía não só saúde, mas, sobretudo, ciência e tecnologia, outra área estratégica para a independência do país nas pesquisas e na criação de laboratórios farmacêuticos.
O senhor concorda com a destinação dos recursos do pré-sal para a educação?
É importantíssima a decisão de vincular os royalties a setores específicos. Afinal, a experiência de muitos anos de aplicação dos royalties sem uma orientação estratégica demonstra que temos que definir prioridades. Mas o mais correto seria analisar quais são as orientações estratégicas mais adequadas. Defendo a ampliação do debate.
A educação não merece ser a área prioritária?
É indiscutível o desafio educacional que enfrenta o Brasil. Sem enfrentá-lo, não iremos muito longe. Mas a educação não é o único desafio. No mínimo, temos outros dois. As políticas de saúde e de ciência, tecnologia e inovação são igualmente importantes e também carentes de recursos estáveis.
Mas baseado em que o senhor defende essa ampliação?
Estamos falando de projeções do país para o futuro. É necessário levar em conta grandes transformações pelas quais o país passará nas próximas décadas. Que modelo de desenvolvimento queremos? Uma visão integrada de desenvolvimento articulando essas três áreas estratégicas pode fazer diferença.
Que outras justificativas o senhor apontaria?
Talvez a mais notável delas seja o aprofundamento da transição demográfica. O aumento da expectativa de vida, a queda da taxa geral de mortalidade, da mortalidade infantil, e a robusta redução da taxa de fertilidade vêm criando um vetor de rápido envelhecimento na população.
Qual a consequência disso?
Segundo a publicação da Fiocruz, “A saúde no Brasil em 2030″, naquele ano teremos mais pessoas acima de 60 anos (40 milhões) do que jovens até 14 anos (36 milhões)!
E o que acontecerá?
Nas próximas décadas, iremos nos transformar em um país maduro, com uma população estabilizada.
Significa muito mais idosos para cuidar e menos jovens para educar?
Sim, as implicações desse processo sobre o sistema educacional são evidentes. Nascerão menos crianças, a pressão para a criação de novas vagas vai diminuir. O grande esforço será a melhoria da qualidade do ensino e universalização das creches e pré-escolas.
Mas por que esse processo impactaria de modo diferente a saúde?
O rápido envelhecimento da população brasileira, a predominância das doenças crônicas (doenças cerebrovasculares e cardiovasculares, câncer, hipertensão, diabetes etc.), a necessidade de cuidados continuados multiprofissionais, o uso de medicamentos caros por longos períodos pressionarão fortemente o sistema de saúde do país, ameaçando sua sustentabilidade econômica e tecnológica.
Com mais idosos e menos jovens, os gastos com saúde aumentarão?
Exponencialmente! Além disso, o processo de envelhecimento é acompanhado pelo aumento de casos das demências senis, Alzheimer e distúrbios neuropsíquicos, cujo tratamento é complexo e muito dispendioso.
Não se trata de alarmismo?
Digo mais: a insuficiência de recursos constrangerá um dos princípios do SUS, que é a integralidade, e ampliará a iniquidade do sistema. O atual subfinanciamento será ainda mais agravado, e é evidente que, em uma perspectiva de médio e longo prazos, a saúde é a área que mais perde ao ser excluída dos benefícios dessa nova fonte de recursos.
E ciência e tecnologia? Por que a área não está sendo priorizada?
Hoje o país gasta cerca de 1,2% do Produto Interno Bruto com ciência, tecnologia e inovação. Entretanto, temos vários desafios. Um deles é o de duplicar o gasto nesse setor se pretendemos alcançar um novo patamar de presença no mundo. Mas, para chegar a esse novo padrão, serão necessários mais investimentos públicos. Mais investimentos, e investimentos mais estáveis.
Mas o Brasil não vem ampliando seus gastos em ciência, tecnologia e inovação?
Verdade! Mas a ferramenta que proporcionou esse avanço, o Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), está ameaçada de não poder continuar a cumprir o seu papel.
Por quê?
Desde 2000, sua principal fonte de receitas vem dos recursos dos fundos setoriais, em particular o fundo setorial do petróleo, que responde por cerca de 40% do montante transferido ao FNDCT.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
CHECK UP CLÍNICO NO SUS DE LUIS EDUARDO MARGALHÃES - BA
A Secretaria Municipal de Saúde de Luis Eduardo Magalhães, inova no Sistema Único de Saúde (SUS), com a implantação do Programa de Check Up Clínico 100% gratuito para os usuários do SUS do Município. Aplicado por faixa etária, o Programa alcança todas as pessoas na faixa etária acima de 40 anos. No mês do aniversário o usuário se dirige a sua Unidade de Saúde de referencia (UBS), comprova data de aniversário e recebe a lista de exames a serem realizados e a data da consulta de avaliação.
A Secretária Máira de Andrada Santa Cruz, acredita que assim o Município de fato está priorizando a saúde do cidadão, se antecipando na detecção precoce de doenças e fazendo com que os recursos sejam aplicados de maneira a produzir mais resultados.
A Secretária Máira de Andrada Santa Cruz, acredita que assim o Município de fato está priorizando a saúde do cidadão, se antecipando na detecção precoce de doenças e fazendo com que os recursos sejam aplicados de maneira a produzir mais resultados.
Assinar:
Postagens (Atom)